Assim tão...Simples.
Chego à noite, entre os faróis acesos e a lua. Queria falar contigo. Se escrever, terei de usar outras palavras, que ainda desconheço. Talvez possam ser estas, que desenho agora para ti, num entendimento decifrado que atravessam com um sorriso fluorescente o meu caminho: Assemelha-se a uma espécie de folclore distante... esse protelar repetido da travessia à tua identidade, que se encolhe ao som estreito da autoridade sob um céu de infância.
Ponho-me em bico de pés e esteio-me sobre os parapeitos da tua morada e salto nos teus muros de imensos segredos. Desapego-me das tuas tabuadas de ambivalência e oiço distintamente o que quero, um rastilho de mil sonhos, em passos dados às escuras, de quem sabe e não quer outra coisa. Agora sou eu e não sou eu...dentro da tua vida e fora dela, numa espiral de horas enquanto o vento vai abrindo infinitas portas de uma casa vazia.
Não parece, mas pode ser.Assim tão...
Simples.
Ponho-me em bico de pés e esteio-me sobre os parapeitos da tua morada e salto nos teus muros de imensos segredos. Desapego-me das tuas tabuadas de ambivalência e oiço distintamente o que quero, um rastilho de mil sonhos, em passos dados às escuras, de quem sabe e não quer outra coisa. Agora sou eu e não sou eu...dentro da tua vida e fora dela, numa espiral de horas enquanto o vento vai abrindo infinitas portas de uma casa vazia.
Não parece, mas pode ser.Assim tão...
Simples.

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