Contumácia
Pego em ti pela mão e desejo caber inteira no engenho da liberdade. E enquanto mastigo pão de centeio pingando mel rabisco no vento as palavras, para que acordem na superfície do teu mundo...vem ser feliz aqui.Morri tantas vezes ...que a agora estou viva. Já não olho para trás, perdi os olhos da nuca. Estou na tua frente, num lugar onde não há limites...onde eu só sei perder, de velas apagadas.
Doo-me ao mistério...para que eu creia mais do que insisto em sonhar.

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