DILEMA DO MOMENTO
Caminhas, parado, apressado, amarrado nas correntes do teu juízo, impedido por fios de saias e molduras sem defeitos, de viver o teu mundo - e isso não entendes, de girar no teu tempo e no teu espaço.Gravitas como uma estrela passageira, enquanto rodopio de braços abertos, cabelos desatados e de laços soltos...tola. Giro e giro, na desonra da tua omissão, onde cada dia se faz louco, porque cada um voa solto, para nunca mais ser peso morto.
E deste peculiar buliço que experimentas...matas-te culpado? Ou matas a culpa que te atormenta?

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