Lobos...há-os de todas as espécies.
Sabe-se lá de onde chegou aquele empecilho medíocre e cheio de ele próprio de face descorada e de fato à medida, senhorio de uma rotina parola.
Num processo lento e enfadonho, sem mistério esdrúxulo, o pelintra viral catalogava pelo manual desgastado, as almas carregadas de suturas, em permanente quilofagia, negociando sem apreço o futuro desses pusilâmines discípulos para a imbecilidade que encabeçava, num cavalheirismo colado a cuspo. Convém dizer que dava para enjoar o pleonástico trejeito que entornava e, portanto a falência desse sevandija neolítico tinha os dias contados.
À hora tardia, a denunciar descaso e de sorriso açucarado, entro com palavras-alicate, como folhas ao vento, fagulhas com ordem de despejo ao portador da conjuntivite da vida.
Gemeu e gemeu. Daquele gemido brotou a paz.
E pelo saibro nocturno parti num silêncio mais silente que o ar.

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