Lobos...há-os de todas as espécies.


Existem bandalhos nazis que, na mais simpática das hipóteses, deve ter-lhes escapado a medicação. Esse antraz desprezível aduz argumentos sem tecto nem encosto, num poderio maçónico apartado da filantropia que presunçosamente cerze no hábito despótico e factuado pela história do Homem como opressivo e homicida. O protozoário redutor insurge-se malquistado em matéria de inclusão jurídica do casamento, desembaraçada de género, numa arritmia mórbida e deletéria como um peixe que se afoga num mar espiritual.
Já não podia mais com a nuance do compadrio – a ocasião pedia – e num gozo cálido despejei lampejos no ar, pois a vida toma formas inefáveis de amar, inegociáveis com as prescrições oxidadas de um Deus sem ar. Depois foi só entrar em dormência e aquietar-me no claudicar ruborizado e desconexo de troféus sem suculência.

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