Ninguém vê, ninguém repara
Passeio pela rua
desocupada e sem partido
sumida de gente
estremece o semáforo
intermitente
cresce quebrado
o chão molhado
vencido nos pés
como a distância
de a ti não pertencer
devorada
pelas árvores
debaixo de copas.
FORTIM DE SONÂMBULAS PALAVRAS, FRASES ÍNGREMES, PASSOS QUE DOU SEM NOME...ENCOLEIRADA NO SONHO.
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