Bonomia
Eu sei do dia, mas não te digo nem te conto, que me lembro. Nem com a força de quarenta pesadelos. Fico queda no escuro, estupidamente valente. Rodeio-me em mil cenários de manifesto. Dou por mim a curvar e depois a proibir e o diabo sabe lá o que mais. E as horas a marcarem o teu dia no calendário. E eu desassisada esquivo-me na arquitectura invisível da mudez.
Sonho que desenterro palavras, e pulo levemente, de sessenta em sessenta segundos, intermitente como uma febre.
O que eu não daria por te dizer:
- E sim, eu quero [te] muito!

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