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Dobra a língua, fingida de morta
Caiem os olhos extáticos e suspensos 
Incubados de cólera 


Um sopro vindo do céu solta-lhe o cabelo, o pescoço quebra-se
Na sinuosas sombras das mãos, a cada reencontro.

O corpo, o corpo, curvam-no desejos
Coitada da vogal aberta, suspirada no desmaio
Do beijo


|||acp||| 

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