E se voássemos para onde o sol se dobra?
Ama caminhar com as ideias ao vento, hasteada na abstracção do pensamento sem qualquer conteúdo específico, versando sobre as descobertas subjectivas, o contraditório impopular, a química com o seu toque de verdade, os entrementes decisivos, o imperativo prático e toda a mercadoria de ideias peregrinas às avessas com o peso da vida.
Já perto do mar, onde o sol se dobra na perfeição urgente de um grito, o corpo flutua dentro do vestido largo e comprido, levemente aberto ao segredo das mãos, sacudido pelo nervo da aragem, cinzelando inseguro o relevo feminino.
Talvez nesse instante se tivesse dado uma nova versão de si, na liça da esperança e do sonho.
|||acp|||


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