Sob o mesmo céu
Moro debaixo de um céu, em todo o meu olhar, atento e livre, voltado para as coisas desconhecidas, para a essência das substâncias compostas na vastidão do infinito. Imagino que a exposição ao olhar torne mais acessível a realidade, começando pelo que é mais fácil, desconhecendo ainda o que lhe cabe.
Distante e alongado, o céu por cima do corpo é uma urdidura de veludo, uma pele encadeada numa outra, poros sobre poros, na organicidade do prazer.
Sob o mesmo céu, onde as estrelas se apagam com o brilho do dia, onde uns e outros vivem, pela lei dos apetites e segundo o seu ponto de vista , em tudo o meu olhar se afirma, sem saber onde surge e onde termina.
Distante e alongado, o céu por cima do corpo é uma urdidura de veludo, uma pele encadeada numa outra, poros sobre poros, na organicidade do prazer.
Sob o mesmo céu, onde as estrelas se apagam com o brilho do dia, onde uns e outros vivem, pela lei dos apetites e segundo o seu ponto de vista , em tudo o meu olhar se afirma, sem saber onde surge e onde termina.


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