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FORTIM DE SONÂMBULAS PALAVRAS, FRASES ÍNGREMES, PASSOS QUE DOU SEM NOME...ENCOLEIRADA NO SONHO.
Mensagens
A mostrar mensagens de novembro, 2011
E quando tudo se esvai, dou-me...à música. Em vulgares dias, estes, que acompanho.
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De que é feito o teu agasalho, nas tardes frias de inverno?
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Rendida...a um vagar raso e extenso.
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Coisa que não cabe nas mãos
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Não sei como dizer-te do extraordinário, dentro de mim.
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Das minhas mãos saem, fios invisíveis, a suspender, todas as perversões.
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Ouvir [o que a boca não consegue falar].
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Sem pestanejar, vira-se a mim, a sede incontida...e é tanta.
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Espaço...entre palavras.
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A coreo.grafia do corpo, incessante, a clamar, sabor na voz. Basta entender.
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Tenho um poema preso no corpo. Inteiro.
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Apêndices de raízes no extraordinário
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Novembro, de asas tranquilas, traz, os escombros do meu corpo.
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